
Começamos animados, depois alegres, depois apreensivos, depois compenetrados, por fim cansados alegres e animados. Assim foi a Serra da Prata. O clima ultimamente está judiando de muitos, ainda é ele que determina o seu momento e nós temos que nos curvar a ele, ou melhor, levantar a cabeça senão a gente morre afogado. No início aquela chuvinha chata e a sujeira preta na água deixada pelos carros ao longo da BR 277 sentido Paranaguá é o que estava mais atrapalhando
(tive que lavar minha roupa, que não foi nada fácil). Pneu furado aqui, pneu furado ali, parada para lanche, começamos na estrada da Limeira sentido Serra da Prata sem chuva. O sol querendo dar as caras, e logo na subida, mas por pouco tempo. Nada que tirasse aquela vontade de entrar no rio, que, mesmo com toda esta chuva que tem caído ainda cont
inua com as águas limpas. Eu entrei. Os pontos alagados no caminho não eram obstáculos para nós, e chegamos em Limeira no rio Canasvieira, onde pudemos começa
r a sentir o quanto tinha chovido na região.
Perguntas daqui, informações dali, decisões a tomar, o rio Cubat



Sem chuva melhor, mas se for fácil não tem valor, nem histórias para contar.
Abraços e até a próxima.
Heron Mathoso
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