domingo, 25 de março de 2012

Cicloturismo Cananéia 24 e 25/03/2012


Cicloturismo em Cananéia/SP

Tudo de bom!

Teve tudo de bom nesse passeio: grupo unido, alegre e participativo; chuva, sol, passeio
de barco, gente hospitaleira, mata atlântica, mar, cachoeira, boa comida, cidade histórica
e até pedalada...

Depois de quilômetros pedalando por estradas de chão, saindo de Jacupiranga,
chegamos à Cachoeira do Pitú. Um revigorante banho no rio, e jatos de água que
massagearam nosso corpo e nossa alma, foi suficiente para dar ânimo a continuar a
jornada até Cananéia, um lugar histórico, um dos primeiros povoados do nosso país.
Chegamos triunfantes à Vila e cada um procurou curti-la a seu jeito, até saborear um
apetitoso jantar, regado a peixe ao molho de camarão e filé a parmegiana.

O desafio do dia seguinte começou com um lindo passeio de barco pelo lagamar,
num visual espetacular de ilhas, montanhas, de vegetação típica de mangues, com
aparições de garças e, principalmente, do guará, um pássaro de penugem avermelhada
resultante da ingestão de pequenos caranguejos dessa cor, e que já teve um número
muito maior no passado, e estava quase extinto nessa região. É a natureza dando seu
troco, exuberante, forte, colorida. Passamos pela Ilha do Cardoso e pela Vila Fantasma
do Ararapira, no lado paranaense do lagamar, que mantém uma bucólica Igreja ainda de
pé, pois as demais construções sucumbiram à erosão, e estão dentro do canal. Destino:
Ariri, vila do continente, no lado de São Paulo, divisa com a Ilha do Superagui, no
Paraná, que pode ser avistada facilmente do outro lado do canal.

Bicicletas preparadas e foi a vez de seguirmos pela encosta das montanhas da Serra do
Mar, até a comunidade quilombola do Mandira, onde fomos recepcionados pelo “seo”
Chico e dona Irene, além de seus familiares e da pequena Gabriele, que encantou a
todos. Lá comemos ostras frescas e um almoço caseiro dos melhores.

Durante a pedalada até Mandira, alguns pedalaram forte, outros nem tanto; alguns
foram até a comunidade Santa Maria, à beira do rio Taquari, no bar da Augusta, que
fica na estrada que leva até a famosa trilha do telégrafo, outros preferiram passar direto,
pois o trecho é difícil, com pedras e lama, às vezes. Alguns se refrescaram nos rios do
caminho, já outros entraram com bike e tudo embaixo de uma bica, que trazia água
de uma cachoeira. Enfim, mais um gostoso passeio do amigo Heron, com assinatura
de “NaturezArLivre”.
Sérgio Riekes
http://www.youtube.com/watch?v=BW2hQqhx218



Abraços, e até a próxima.

Um comentário:

  1. Heron!
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